Encontrei-te no chão
E vi-te sentir a dor da morte
As tuas asas batiam levemente
Como uma sombra de um ultimo suspiro
Continuamente olhavas nos meus olhos
E sentia o teu poder
A tua dor entrelaçou-se nas minhas lágrimas
Caiu um Anjo do céu!
Todos gritavam...
Mas eu estava de frente para ti...
Segurando a tua mão
E sem saber tentando dar-te guarida
A tua asa tocou o meu rosto suavemente
Como se fosse dar-me um beijo
Talvez um gesto de carinho
Anjo...
Que caiste na minha estrada
Para me dares força
Acabei eu por te ajudar...
No meu desatino
Nos teus olhos encontrei a tua solidão
E o meu sofrer
quarta-feira, julho 27, 2005
terça-feira, julho 26, 2005
Na tua companhia deixo os meus sonhos
Tocarem o infinito
Na onda de um sorriso
Esperando mais uma...
Uma Madrugada
Que se agoniza
E se estende pela manhã de verão
Soubeste digerir a minha saliva
Por entre a noite
E prolongas a tua saudade pelo dia
Encontras-me de novo no Oceano
Escutando as conversas das marés
Ouvindo o Silêncio da lua
Acompanhado pela sombra de uma guitarra
Numa noite quente
Tocarem o infinito
Na onda de um sorriso
Esperando mais uma...
Uma Madrugada
Que se agoniza
E se estende pela manhã de verão
Soubeste digerir a minha saliva
Por entre a noite
E prolongas a tua saudade pelo dia
Encontras-me de novo no Oceano
Escutando as conversas das marés
Ouvindo o Silêncio da lua
Acompanhado pela sombra de uma guitarra
Numa noite quente
segunda-feira, julho 25, 2005
Obrigado...
Por me mostrares o mar
De uma forma que só agora compreendi
Pela força que me deste
Obrigado
Por me teres feito olhar a praia de longe
Enfrentando as ondas
E mar bravio
A passagem para lá
È um turbilhão de forças
Mas quando se está lá
Não existem palavras para uma descrição
Só mesmo sentindo
Obrigado Amigo
Por me mostrares o mar
De uma forma que só agora compreendi
Pela força que me deste
Obrigado
Por me teres feito olhar a praia de longe
Enfrentando as ondas
E mar bravio
A passagem para lá
È um turbilhão de forças
Mas quando se está lá
Não existem palavras para uma descrição
Só mesmo sentindo
Obrigado Amigo
terça-feira, junho 14, 2005
Sabias que a liberdade existe no caos?
Que a morte vem lentamente?
Ou que somos parte de um só...?
Retraidos numa civilização que recua lentamente
Para um abismo perfeito de alucinações imperfeitas
Já estive em alguns lugares
Em muitos desfiles...
Mas nenhum se compara a este circo
Começo a alucinar no meio de um jogo
Como uma canção desesperada
Mais um dia,
Outro dia...
A sensação de escolher ou ter escolhido
Talvez ser escolhido
Confidencias á meia-noite
Será que vivemos para isto?
Ou então morremos para nada...
Que a morte vem lentamente?
Ou que somos parte de um só...?
Retraidos numa civilização que recua lentamente
Para um abismo perfeito de alucinações imperfeitas
Já estive em alguns lugares
Em muitos desfiles...
Mas nenhum se compara a este circo
Começo a alucinar no meio de um jogo
Como uma canção desesperada
Mais um dia,
Outro dia...
A sensação de escolher ou ter escolhido
Talvez ser escolhido
Confidencias á meia-noite
Será que vivemos para isto?
Ou então morremos para nada...
domingo, junho 12, 2005
quarta-feira, junho 08, 2005
Cães enraivecidos nas manhãs de Março
Um aviso de uma vida inconsciente
Sobra um último suspiro
E caio na arena de cor púrpura
Já não aguento mais a busca
Não consigo mais caminhar por uma estrada que não tem fim
Ou apenas terá um fim aparente
Que se mostra longínquo
Inseguro e vestido de preto
Encontrei em tempos
Alguma paz interior
A qual não soube preservar
A caminho da glória
Esqueci-me do tempo
E devolvi o que me tinha sido dado
Num prato cheio de sangue
Derramado pela invisibilidade que causei
Aos que me rodeiam
Amo a vida, mas por momentos senti que não fazia parte dela
Ou que ela me tinha abandonado em qualquer estação
Embriagado e deitado num banco de madeira
Esqueci-me de como era o tempo dos justos
Até mesmo dos fiéis
O Silêncio fez de mim algo que não imaginava
Poderoso Silêncio
As emoções que quero mostrar mas não se mostram
Por vezes escondem-se de mim...
Mas continuo a ser amante de todos os sentidos
Um aviso de uma vida inconsciente
Sobra um último suspiro
E caio na arena de cor púrpura
Já não aguento mais a busca
Não consigo mais caminhar por uma estrada que não tem fim
Ou apenas terá um fim aparente
Que se mostra longínquo
Inseguro e vestido de preto
Encontrei em tempos
Alguma paz interior
A qual não soube preservar
A caminho da glória
Esqueci-me do tempo
E devolvi o que me tinha sido dado
Num prato cheio de sangue
Derramado pela invisibilidade que causei
Aos que me rodeiam
Amo a vida, mas por momentos senti que não fazia parte dela
Ou que ela me tinha abandonado em qualquer estação
Embriagado e deitado num banco de madeira
Esqueci-me de como era o tempo dos justos
Até mesmo dos fiéis
O Silêncio fez de mim algo que não imaginava
Poderoso Silêncio
As emoções que quero mostrar mas não se mostram
Por vezes escondem-se de mim...
Mas continuo a ser amante de todos os sentidos
segunda-feira, maio 30, 2005
Pego numa caneta e perco o sentido
Escrevo e desafio-me
A minha alma define-se ao fim de algumas linhas
Não tenho qualquer intenção de ganhar dinheiro
Ou mesmo ser conhecido ou reconhecido
Apenas que as minhas palavras
Formem um livro aberto para a minha pessoa
Mostrem os meus mais intimos desejos
Nada mais...
Assim que entro no profundo sentimento que me consome
Sinto que consigo escrever milhões de páginas
Sobre o que me envolve
Pensamentos...
Ideais...
Ideias...
Tormentos...
Alegrias ou tristezas...
Por momentos ou por vários tempos
Sinto-me pairar como se voasse
Por todos os locais onde gostaria de passar
E olho para trás e persigo o meu pensamento
Ora descontente
Ora feliz
Mas sempre envolvido em puro sentimento
Tento enganar a minha mão para que ela escreva
De forma diferente
Mas sou impulsionado para descrever
O que mais de real existe cá dentro
Sem pensar
Sem cuidado com a palavra
Ou modo de escrita...
Por vezes sinto que a minha caneta me compreende
E escreve por ela o que sente sobre mim
A minha mão agarra-se com força
O papel torna-se áspero
O cheiro da tinta torna-se um companheiro
O suor...
E por vezes lágrimas!
Que caem em folhas de papel
Nada mais existe senão...
A minha alma e esta forma de a descrever
Intensamente
Sem qualquer sinal de corrupção
Ou evasão
Por vezes a minha caneta pára!
A minha cadeira estremece
Como se tratasse de um vulcão
A minha alma chora
E o meu corpo mostra uma forte emoção
Por vezes...
Na madrugada...
Aguardo sempre por um estado de consciencia
Que me permita descrever como realmente sou...
Escrevo e desafio-me
A minha alma define-se ao fim de algumas linhas
Não tenho qualquer intenção de ganhar dinheiro
Ou mesmo ser conhecido ou reconhecido
Apenas que as minhas palavras
Formem um livro aberto para a minha pessoa
Mostrem os meus mais intimos desejos
Nada mais...
Assim que entro no profundo sentimento que me consome
Sinto que consigo escrever milhões de páginas
Sobre o que me envolve
Pensamentos...
Ideais...
Ideias...
Tormentos...
Alegrias ou tristezas...
Por momentos ou por vários tempos
Sinto-me pairar como se voasse
Por todos os locais onde gostaria de passar
E olho para trás e persigo o meu pensamento
Ora descontente
Ora feliz
Mas sempre envolvido em puro sentimento
Tento enganar a minha mão para que ela escreva
De forma diferente
Mas sou impulsionado para descrever
O que mais de real existe cá dentro
Sem pensar
Sem cuidado com a palavra
Ou modo de escrita...
Por vezes sinto que a minha caneta me compreende
E escreve por ela o que sente sobre mim
A minha mão agarra-se com força
O papel torna-se áspero
O cheiro da tinta torna-se um companheiro
O suor...
E por vezes lágrimas!
Que caem em folhas de papel
Nada mais existe senão...
A minha alma e esta forma de a descrever
Intensamente
Sem qualquer sinal de corrupção
Ou evasão
Por vezes a minha caneta pára!
A minha cadeira estremece
Como se tratasse de um vulcão
A minha alma chora
E o meu corpo mostra uma forte emoção
Por vezes...
Na madrugada...
Aguardo sempre por um estado de consciencia
Que me permita descrever como realmente sou...
quinta-feira, maio 19, 2005
E caminho, e caminho...
Por ruas que já são conhecidas
Cometendo os mesmo erros
E cada vez mais próximo da morte
E a cada ano que passa
A vida fica mais curta
Obrigando-me a agarrar recordações
Memórias...
E outras coisas que teimo em relembrar
Amando a noite e tudo o que me faz feliz
A qualquer hora...
Para desvendar a alma que ainda tenho
Temendo a morte em doses suaves
Ou morrendo inconscientemente
Sobre um palco de sangue
Ah...
Como gostava de ser um pássaro
Para voar pela multidão
Enchendo o peito e batendo asas
De encontro ao Sol
E reencontrar a música que me faz sorrir
Por ruas que já são conhecidas
Cometendo os mesmo erros
E cada vez mais próximo da morte
E a cada ano que passa
A vida fica mais curta
Obrigando-me a agarrar recordações
Memórias...
E outras coisas que teimo em relembrar
Amando a noite e tudo o que me faz feliz
A qualquer hora...
Para desvendar a alma que ainda tenho
Temendo a morte em doses suaves
Ou morrendo inconscientemente
Sobre um palco de sangue
Ah...
Como gostava de ser um pássaro
Para voar pela multidão
Enchendo o peito e batendo asas
De encontro ao Sol
E reencontrar a música que me faz sorrir
terça-feira, maio 17, 2005
Sinto falta das coisas insignificantes que mais amei na vida...
E quanto mais tempo passa
Poucas são as vezes que as relembro
Talvez se tenham perdido na memória
Ou talvez se tenham tornado parte de recordações fúteis
Acontece que algumas se tornaram mais presentes
Umas pela ideia do que se passou
Ou se pensa ter passado
Outras pelo simples facto de o ódio se ter tornado um aliado
Todas elas não são já reais
Ou foram-no demasiado em tempos
Amando cada momento vou...
Porque não sei quando estes momentos
Se poderão tornar apenas simples recordações
E quero vivê-los intensamente
Pois não saberia viver de outra forma
Talvez o ódio se tenha transformado em vivência
Ou prazer de estar vivo e viver
Tentando crescer no interior
E ao fim de algum tempo
Substitui-se o ódio pela compreensão
E damos lugar á experiencia de vida
Vida que teimo em viver
Com esperança de algo diferente...
Grandioso ou ainda com algum brilho
Brilho que tive em tempos...
Sinto falta das coisas que amei intensamente
Em qualquer momento
E as que amei profundamente
Jazem no meu pensamento recorrente
E quanto mais tempo passa
Poucas são as vezes que as relembro
Talvez se tenham perdido na memória
Ou talvez se tenham tornado parte de recordações fúteis
Acontece que algumas se tornaram mais presentes
Umas pela ideia do que se passou
Ou se pensa ter passado
Outras pelo simples facto de o ódio se ter tornado um aliado
Todas elas não são já reais
Ou foram-no demasiado em tempos
Amando cada momento vou...
Porque não sei quando estes momentos
Se poderão tornar apenas simples recordações
E quero vivê-los intensamente
Pois não saberia viver de outra forma
Talvez o ódio se tenha transformado em vivência
Ou prazer de estar vivo e viver
Tentando crescer no interior
E ao fim de algum tempo
Substitui-se o ódio pela compreensão
E damos lugar á experiencia de vida
Vida que teimo em viver
Com esperança de algo diferente...
Grandioso ou ainda com algum brilho
Brilho que tive em tempos...
Sinto falta das coisas que amei intensamente
Em qualquer momento
E as que amei profundamente
Jazem no meu pensamento recorrente
quarta-feira, maio 11, 2005
Alguns chamam-lhe paraíso
Outros atiram-se para o chão e choram
Na verdade todos lhe tocam
Mas os olhos não os vêem no escuro
…A mente memorizou o sentimento
Quem és tu e porque ficas no escuro?
Por detrás de uma tela branca
Onde andas e para onde vais?
Brincando com o Universo
Abrindo e reabrindo portas
Para o desconhecido…
Onde pensas que as estátuas te levam?
Não falam…
Nem te ouvem sequer…
Parado estás no mundo
Seguido pelo vento
A música
Psicadélica…
Envolve-te num abraço terno e continuo
Tudo tem de ser assim
Mas ainda não conheço o meu medo mais profundo
Todos estamos cansados e dançamos
Na noite…
Outros atiram-se para o chão e choram
Na verdade todos lhe tocam
Mas os olhos não os vêem no escuro
…A mente memorizou o sentimento
Quem és tu e porque ficas no escuro?
Por detrás de uma tela branca
Onde andas e para onde vais?
Brincando com o Universo
Abrindo e reabrindo portas
Para o desconhecido…
Onde pensas que as estátuas te levam?
Não falam…
Nem te ouvem sequer…
Parado estás no mundo
Seguido pelo vento
A música
Psicadélica…
Envolve-te num abraço terno e continuo
Tudo tem de ser assim
Mas ainda não conheço o meu medo mais profundo
Todos estamos cansados e dançamos
Na noite…
terça-feira, maio 10, 2005
Onde está a festa
E o vinho?
Onde estás tu neste circulo de temperamentos
Adeus infame burguesa
Culta de palavras
Fraca de pensamentos
Onde estão os teus amigos?
Junto a um poço
Presos na tua teia
Não tens amigos!
Possessão é a palavra que significas...
Controlas a tua vida por regras...
Infame Burguesa
Perdeste o encanto...
E o vinho?
Onde estás tu neste circulo de temperamentos
Adeus infame burguesa
Culta de palavras
Fraca de pensamentos
Onde estão os teus amigos?
Junto a um poço
Presos na tua teia
Não tens amigos!
Possessão é a palavra que significas...
Controlas a tua vida por regras...
Infame Burguesa
Perdeste o encanto...
segunda-feira, maio 09, 2005
Então pensas que estou aqui...
Que Estive...
Por alguns anos
Pensaste que pudeste dizer tudo o que quizeste
Pensaste que me ofendias com os teus heróis
Tudo o que te falta é uma brisa de amor
Que nunca tiveste
E viveste numa jaula
Mas alguém perdeu chave
Como consegues perder a vontade de viver em tão pouco tempo?
Ès uma alma que viveu a correr
Ano após ano
E continuas com os mesmos medos
As mesmas atitudes
Os mesmos fantasmas
E Segues o caminho incerto pelas ruas antigas
Se alguém se junta a ti
São duas almas que tentam alcançar fins diferentes
Num mesmo rumo
Sem fim
Até ao tumulo
O céu é o limite
Então anda...
Salta o muro e voa
Em direcção a norte
Corre sobre a água
E toca no reflexo da lua
O espectáculo tem de começar...
Em espaços vazios
Adeus céu azul...
Que Estive...
Por alguns anos
Pensaste que pudeste dizer tudo o que quizeste
Pensaste que me ofendias com os teus heróis
Tudo o que te falta é uma brisa de amor
Que nunca tiveste
E viveste numa jaula
Mas alguém perdeu chave
Como consegues perder a vontade de viver em tão pouco tempo?
Ès uma alma que viveu a correr
Ano após ano
E continuas com os mesmos medos
As mesmas atitudes
Os mesmos fantasmas
E Segues o caminho incerto pelas ruas antigas
Se alguém se junta a ti
São duas almas que tentam alcançar fins diferentes
Num mesmo rumo
Sem fim
Até ao tumulo
O céu é o limite
Então anda...
Salta o muro e voa
Em direcção a norte
Corre sobre a água
E toca no reflexo da lua
O espectáculo tem de começar...
Em espaços vazios
Adeus céu azul...
terça-feira, maio 03, 2005
Tocamos nas almas de um do outro...
Beijo-te para além do corpo
Agora que vejo o horizonte que eu não via
Mas docemente sonhava
E...
Beijo-te para além de tudo
Como se as nossas almas pudessem ter um rosto
Beijo-te na presença do mar...
E no silêncio das ondas...
Beijo-te e sinto que me tocas na alma
Assim como quero tocar na tua alma...
Encanta-me também a fome que tens de me beijar...
E conheco-te como se ontem fosse o ultimo dia da eternidade...
E conheces-me como eu me conheço...
Beijo-te para além do corpo
Agora que vejo o horizonte que eu não via
Mas docemente sonhava
E...
Beijo-te para além de tudo
Como se as nossas almas pudessem ter um rosto
Beijo-te na presença do mar...
E no silêncio das ondas...
Beijo-te e sinto que me tocas na alma
Assim como quero tocar na tua alma...
Encanta-me também a fome que tens de me beijar...
E conheco-te como se ontem fosse o ultimo dia da eternidade...
E conheces-me como eu me conheço...
Fantasia...
È bom ver que te enganas por detrás desse teu ar rebelde
E como te enganas...
Quem sou eu para sentir que sou a pessoa mais infeliz no mundo?!
Sim sinto-me infeliz
Mas não a esse ponto que tanto fazes questão de imaginar
O pássaro que olha a serpente
È apenas um pássaro...
Nada tem a ver contigo
Mas a serpente sim... tem a ver comigo
As coisas nunca são leveza para ninguém
Devias conhecer-me...
Pelo menos nesse campo
Afinal...
Noites de conversa
A viagem...
Nunca até ao centro da terra...
Mas tentando desvendar o que anda por dentro de mim...
È cruel da tua parte
Deduzires que penso
Que sou a pessoa que pior se sente
Nunca fui assim e nunca serei
Todos temos a nossa forma de sofrer
Á nossa maneira...
Cabe a cada um olhar para o outro e interpretar
Da forma como nos é mais fácil ou mais alheia
Mas que se enterrem as palavras
Porque estas ficam sempre áquem do que se sente
E o que se sente fica longe
Do que se deduz
Pois já vimos que é assim
E assim será
Mas nada de fantasia
Não existe aqui...
Pois aqui estamos sós
È bom ver que te enganas por detrás desse teu ar rebelde
E como te enganas...
Quem sou eu para sentir que sou a pessoa mais infeliz no mundo?!
Sim sinto-me infeliz
Mas não a esse ponto que tanto fazes questão de imaginar
O pássaro que olha a serpente
È apenas um pássaro...
Nada tem a ver contigo
Mas a serpente sim... tem a ver comigo
As coisas nunca são leveza para ninguém
Devias conhecer-me...
Pelo menos nesse campo
Afinal...
Noites de conversa
A viagem...
Nunca até ao centro da terra...
Mas tentando desvendar o que anda por dentro de mim...
È cruel da tua parte
Deduzires que penso
Que sou a pessoa que pior se sente
Nunca fui assim e nunca serei
Todos temos a nossa forma de sofrer
Á nossa maneira...
Cabe a cada um olhar para o outro e interpretar
Da forma como nos é mais fácil ou mais alheia
Mas que se enterrem as palavras
Porque estas ficam sempre áquem do que se sente
E o que se sente fica longe
Do que se deduz
Pois já vimos que é assim
E assim será
Mas nada de fantasia
Não existe aqui...
Pois aqui estamos sós
Nem tudo necessita de ser evidente
Mas existe sempre algo que precisa de ser detalhado
James Baldwin disse:
"Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado"
Enquanto não enfrentar sozinho
Ninguém mais pode ajudar...
Podendo até correr o risco de regredir o que foi atingido até então
Imaginaste mal... Também tenho saudade
Lisboa vista do miradouro é mais bonita do que vivida por dentro...
Mas existe sempre algo que precisa de ser detalhado
James Baldwin disse:
"Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado"
Enquanto não enfrentar sozinho
Ninguém mais pode ajudar...
Podendo até correr o risco de regredir o que foi atingido até então
Imaginaste mal... Também tenho saudade
Lisboa vista do miradouro é mais bonita do que vivida por dentro...
Palavras frias…
Desmedidas…
Piano…
Sofrendo desmedidamente alguém disse
Uma vasta praia de corpos nus
Ah eu queria lá estar
Queria mesmo…
E o teatro…
Um Pássaro contempla a morte da cobra
A noção de querer já se foi há muito tempo
Os fantasmas afastam-se perante uma noite intensa
Também me entristece tudo isto sabes…
Também me entristece…
E magoa-me também
Parece que não tem um fim
E como tanto sabes continuo a andar em círculos
Como se nunca soubesse onde está o norte…
Será que a floresta tem um fim?
Eu conto-te uma história sobre um homem
Que nunca soube como tudo começou
Obedecia à lua
E contava pelos dedos
Todos nós temos um número a representar
Procurava uma resposta em vez de um caminho
Piano…
Teclas suaves e doces
Embalam-me em noites quentes
Suavemente fecho os olhos e deixo-me levar
Pela música que ecoa pelas paredes
Entre ruídos loucos e desajeitados
E pessoas que riem
E eu estou aqui
E tu estás ai
E nós continuamos por ai…
Desmedidas…
As palavras
Por detrás de uma cortina selada
Onde ninguém ousou tocar
Senão tu…
Que as descobriste por entre os olhos
Que tanto pretendes entender…
O meu único desejo é ver no que tudo isto se poderá tornar
Porque estou cansado
E nesta noite antes de me ir embora
Quero dizer que sinto falta de ser eu…
Desmedidas…
Piano…
Sofrendo desmedidamente alguém disse
Uma vasta praia de corpos nus
Ah eu queria lá estar
Queria mesmo…
E o teatro…
Um Pássaro contempla a morte da cobra
A noção de querer já se foi há muito tempo
Os fantasmas afastam-se perante uma noite intensa
Também me entristece tudo isto sabes…
Também me entristece…
E magoa-me também
Parece que não tem um fim
E como tanto sabes continuo a andar em círculos
Como se nunca soubesse onde está o norte…
Será que a floresta tem um fim?
Eu conto-te uma história sobre um homem
Que nunca soube como tudo começou
Obedecia à lua
E contava pelos dedos
Todos nós temos um número a representar
Procurava uma resposta em vez de um caminho
Piano…
Teclas suaves e doces
Embalam-me em noites quentes
Suavemente fecho os olhos e deixo-me levar
Pela música que ecoa pelas paredes
Entre ruídos loucos e desajeitados
E pessoas que riem
E eu estou aqui
E tu estás ai
E nós continuamos por ai…
Desmedidas…
As palavras
Por detrás de uma cortina selada
Onde ninguém ousou tocar
Senão tu…
Que as descobriste por entre os olhos
Que tanto pretendes entender…
O meu único desejo é ver no que tudo isto se poderá tornar
Porque estou cansado
E nesta noite antes de me ir embora
Quero dizer que sinto falta de ser eu…
quinta-feira, abril 28, 2005
Ah... Os beijos e os abraços
Apertados
Pois esses ficam na eterna guarida da esperança
Alcançando um lugar no norte imortal
Aguarda-me pois eu vou pelo caminho mais distante
E serei mais um na madrugada
Tirando para fora todos os momentos
Que me fazem infeliz
Vivendo a vida como um bloco de gelo
Frio...
Sem nenhum local para fugir
Sento-me e vejo a chuva
Escorregar pelas paredes de madeira
Sentido único de liberdade
E vens cavalgando pela rua
Até mim...
Enfrentando e deixando para trás tudo de mau
O Sol é o mesmo que de uma forma relativa te queimou
Não o alcanças mas que sabes que está perto da morte
Gosto de estar aqui quando posso
E tu?
Ninguém sabe onde andas
Ou para onde vais
Onde vamos?
Um grande buraco no céu...
Talvez...
Não preciso!
È um jogo que deixei de jogar
Por ter medo de ganhar
E saber no que me posso tornar
E tu não podes contar-me o que sentes...
Porque não tinha imaginação para te compreender
Sei o que sinto e o que amo
Diz-me uma côr que gostes
Uma pessoa que ames
Um animal que veneres
Diz-me que me viste assim
No gelo...
Frio...
Com a chuva contornando o meu rosto
...E continuas a remar e a correr
Até encontrares alguém
Que parece afogar-se
Encarando o poder do mar que se estende nas tuas costas
E parece acabar a tua vida
Num pequeno murmurio
Que mais parece a morte
Arrancando-te os momentos que tiveste em vida
Brincando com algum pedaço de ti
E á espera que te mostrem um novo caminho
Viras-te para o Sol e perguntas
Porque continuas a ver a chuva?
Porque ninguém te mostrou o caminho
Ou para onde devias de correr quando sentisses medo
Angustia...
Ansiedade...
Mas é tudo tão relativo...
Apertados
Pois esses ficam na eterna guarida da esperança
Alcançando um lugar no norte imortal
Aguarda-me pois eu vou pelo caminho mais distante
E serei mais um na madrugada
Tirando para fora todos os momentos
Que me fazem infeliz
Vivendo a vida como um bloco de gelo
Frio...
Sem nenhum local para fugir
Sento-me e vejo a chuva
Escorregar pelas paredes de madeira
Sentido único de liberdade
E vens cavalgando pela rua
Até mim...
Enfrentando e deixando para trás tudo de mau
O Sol é o mesmo que de uma forma relativa te queimou
Não o alcanças mas que sabes que está perto da morte
Gosto de estar aqui quando posso
E tu?
Ninguém sabe onde andas
Ou para onde vais
Onde vamos?
Um grande buraco no céu...
Talvez...
Não preciso!
È um jogo que deixei de jogar
Por ter medo de ganhar
E saber no que me posso tornar
E tu não podes contar-me o que sentes...
Porque não tinha imaginação para te compreender
Sei o que sinto e o que amo
Diz-me uma côr que gostes
Uma pessoa que ames
Um animal que veneres
Diz-me que me viste assim
No gelo...
Frio...
Com a chuva contornando o meu rosto
...E continuas a remar e a correr
Até encontrares alguém
Que parece afogar-se
Encarando o poder do mar que se estende nas tuas costas
E parece acabar a tua vida
Num pequeno murmurio
Que mais parece a morte
Arrancando-te os momentos que tiveste em vida
Brincando com algum pedaço de ti
E á espera que te mostrem um novo caminho
Viras-te para o Sol e perguntas
Porque continuas a ver a chuva?
Porque ninguém te mostrou o caminho
Ou para onde devias de correr quando sentisses medo
Angustia...
Ansiedade...
Mas é tudo tão relativo...
quarta-feira, abril 27, 2005
Conheci uma mulher,
A cara dela pareceu-me estranha
Como se vivesse há já alguns anos
Disse-me que me tinha visto numa auto-estrada
Continuou a falar comigo
E continuou a olhar-me como se me conhecesse há anos
Tenho a certeza que já tinha visto a fotografia dela
Mas nunca me pareceu tão real
Pergunto-me como tudo terá sido
E ela continuava lá
Como terá sido a vida
Os sonhos
A mudança
Por detrás das rugas existem sinais ainda de esperança
A cara rigida e fria
Como se estivesse a correr contra o vento
Relaxando sobre um banco de madeira
E lá estava ela
Não existe nenhuma forma de voltar atrás
Penso que todos os pensamentos deviam de ser maiores que ela
E ela conhecia-me
Por dentro
Como se fosse os dedos
E eu os acordes de uma guitarra
Sorrindo...
Nada mudou
Mas a poção mágica fez desaparecer um velho amigo
Uma estranha
E continuo á espera do que vai acontecer a seguir
Antes de ela olhar para mim de novo...
De me sorrir
E de chorar...
A cara dela pareceu-me estranha
Como se vivesse há já alguns anos
Disse-me que me tinha visto numa auto-estrada
Continuou a falar comigo
E continuou a olhar-me como se me conhecesse há anos
Tenho a certeza que já tinha visto a fotografia dela
Mas nunca me pareceu tão real
Pergunto-me como tudo terá sido
E ela continuava lá
Como terá sido a vida
Os sonhos
A mudança
Por detrás das rugas existem sinais ainda de esperança
A cara rigida e fria
Como se estivesse a correr contra o vento
Relaxando sobre um banco de madeira
E lá estava ela
Não existe nenhuma forma de voltar atrás
Penso que todos os pensamentos deviam de ser maiores que ela
E ela conhecia-me
Por dentro
Como se fosse os dedos
E eu os acordes de uma guitarra
Sorrindo...
Nada mudou
Mas a poção mágica fez desaparecer um velho amigo
Uma estranha
E continuo á espera do que vai acontecer a seguir
Antes de ela olhar para mim de novo...
De me sorrir
E de chorar...
sexta-feira, abril 22, 2005
São tempos como estes que nos fazem viver
E Aprender de novo...
Não te faz sentir mal quando apagas a luz!!!
Vês caras estranhas no escuro
Pensas por momentos que não estás sozinho
Ninguém vai aparecer para te ver
E não tens lugar onde ficar
Ninguém te ouve
Nada é o que estás a pensar...
Chorar não ajuda, e rezar está fora dos teus limites
Mas se continuar a chover vais desejar morrer
E no fundo sabes onde irá dar esse caminho
Já lá estiveste
E continuas a ir ao fundo
Ao fundo...
Bem fundo.
Mas tens o que precisas para vires a cima
E continuares um caminho distante
E sentes-te mal quando tentas alcançar uma porta
De alguém para te ajudar
Olhas as estátuas de reis á tua volta
Estátuas erguidas em nome de algo que não valorizas
A noite passada foi em branco
E no Sábado vais para fora
Eu não quero ficar parado
E ver a vida passar
Como uma estátua que se ergue de encontro á multidão que passa
Ah...
Possuis tantos sentidos
Mas só um deles te possibilita a visão
De algo
Que esqueceste no tempo...
Procura-o
No fundo, no fundo...
Procura
Bem fundo...
Porque também sabes que vai fugir-te de novo
E Aprender de novo...
Não te faz sentir mal quando apagas a luz!!!
Vês caras estranhas no escuro
Pensas por momentos que não estás sozinho
Ninguém vai aparecer para te ver
E não tens lugar onde ficar
Ninguém te ouve
Nada é o que estás a pensar...
Chorar não ajuda, e rezar está fora dos teus limites
Mas se continuar a chover vais desejar morrer
E no fundo sabes onde irá dar esse caminho
Já lá estiveste
E continuas a ir ao fundo
Ao fundo...
Bem fundo.
Mas tens o que precisas para vires a cima
E continuares um caminho distante
E sentes-te mal quando tentas alcançar uma porta
De alguém para te ajudar
Olhas as estátuas de reis á tua volta
Estátuas erguidas em nome de algo que não valorizas
A noite passada foi em branco
E no Sábado vais para fora
Eu não quero ficar parado
E ver a vida passar
Como uma estátua que se ergue de encontro á multidão que passa
Ah...
Possuis tantos sentidos
Mas só um deles te possibilita a visão
De algo
Que esqueceste no tempo...
Procura-o
No fundo, no fundo...
Procura
Bem fundo...
Porque também sabes que vai fugir-te de novo
terça-feira, abril 19, 2005
Nesta curva tão simples e insinuante
Que é a vida...
Deito-me suavemente...
E mais logo
Quando a noite dorme
E as estrelas ficam por detrás da Lua
Cubro a madrugada com algum suor
Sentindo a vida que corre
Dizendo-te adeus...
Tropeçando na ternura de um olhar
Alimentando-me de um sorriso
Lamentando as saudades e os outros sorrisos
Subtilmente desvendando a forma como sorris
Mas em vão...
Buscando a eterna luz
Precisava que ficasses junto a mim
Como a dor que me consome
Para assim retirares toda a essência do meu ser
E sugares todo o carinho que tenho ainda
Antes que venha o frio e a eterna madrugada
Antes mesmo de eu virar as costas e subir mais alto
Subir pelo mar e descansar sobre as ondas
Pablo... perguntaste uma vez se o "âmbar contêm as lágrimas das sereias?"
Não sei responder-te
Mas sei que algumas gotas do mar
Contêm algumas das minhas lágrimas
Algumas delas ainda batem nas rochas
Como fortes ondas de paixão...
Ou suaves ondas de amor
Ondas sublimes de descanço
Ondas de dor
Lágrimas de prazer...
Sendo o âmbar algo invulgar
E a sereia misteriosa
Que é a vida...
Deito-me suavemente...
E mais logo
Quando a noite dorme
E as estrelas ficam por detrás da Lua
Cubro a madrugada com algum suor
Sentindo a vida que corre
Dizendo-te adeus...
Tropeçando na ternura de um olhar
Alimentando-me de um sorriso
Lamentando as saudades e os outros sorrisos
Subtilmente desvendando a forma como sorris
Mas em vão...
Buscando a eterna luz
Precisava que ficasses junto a mim
Como a dor que me consome
Para assim retirares toda a essência do meu ser
E sugares todo o carinho que tenho ainda
Antes que venha o frio e a eterna madrugada
Antes mesmo de eu virar as costas e subir mais alto
Subir pelo mar e descansar sobre as ondas
Pablo... perguntaste uma vez se o "âmbar contêm as lágrimas das sereias?"
Não sei responder-te
Mas sei que algumas gotas do mar
Contêm algumas das minhas lágrimas
Algumas delas ainda batem nas rochas
Como fortes ondas de paixão...
Ou suaves ondas de amor
Ondas sublimes de descanço
Ondas de dor
Lágrimas de prazer...
Sendo o âmbar algo invulgar
E a sereia misteriosa
terça-feira, março 22, 2005
Vivi todos os meus sonhos
Desde que me senti vivo
Incompleto e por vezes desumano
Contudo vivo na desordem e no caos
Interior...
Eternamente buscando um simples segredo
Que teimo em descobrir
A vida são alguns segundos contados pela não paragem do tempo
O tempo...
O desconhecido deambula por entre nós
Percorrendo a vida com a sólida experiencia da velhice
Quem és tu que andas por entre a multidão
Perpetuando um grito de liberdade a cada momento de glória
Onde reina o sangue e o valor dos homens
Existiu outrora um cavalo branco
O qual me chamou á verdadeira vida
A vida das descobertas e dos prazeres mundanos
Como me seguiu por entre as ruas e praças antigas
Onde fidalgos e prostitutas passaram as suas noites de orgia
Quero ver para além do mundo... pois o mundo corrompeu-se
E prostitui-se uma vez mais...
Perante a sociedade negra
Tenho um resto de esperança
Algures no fundo da minha alma
Desde que me senti vivo
Incompleto e por vezes desumano
Contudo vivo na desordem e no caos
Interior...
Eternamente buscando um simples segredo
Que teimo em descobrir
A vida são alguns segundos contados pela não paragem do tempo
O tempo...
O desconhecido deambula por entre nós
Percorrendo a vida com a sólida experiencia da velhice
Quem és tu que andas por entre a multidão
Perpetuando um grito de liberdade a cada momento de glória
Onde reina o sangue e o valor dos homens
Existiu outrora um cavalo branco
O qual me chamou á verdadeira vida
A vida das descobertas e dos prazeres mundanos
Como me seguiu por entre as ruas e praças antigas
Onde fidalgos e prostitutas passaram as suas noites de orgia
Quero ver para além do mundo... pois o mundo corrompeu-se
E prostitui-se uma vez mais...
Perante a sociedade negra
Tenho um resto de esperança
Algures no fundo da minha alma
quarta-feira, março 02, 2005
Este é o meu poema para ti,
Guerreiro
Atolhado na fúria das batalhas
Deus ou diabo ensanguentado
Fé removida pelo desejo
Alterado pelo suor da madrugada
Tu sabes do que falo
O ódio que me refiro
Animal ou besta
Sabes que eu te conheço
Olhei-te nos olhos...
E confrontei-te com a verdade
Alcançaste o teu desejo
E tens medo de te mostrar
Mas não bebes para escrever poesia
Nem te drogas para te catapultares para outra dimensão
Tens medo...
Tens receio
Do que possas escrever...
E quando olhas a tua vida
Vês um circo de números incompletos
Jornadas poéticas
Escritas nas madrugadas em que te sentias sozinho
De que tens medo?
De alguém para te ver?
Para te olhar no teu intimo...
A tua espada anseia um ultimo golpe!
A lâmina está drogada...
Pelo teu murmúrio
Saudade de vida eterna
E tu sabes... Sabes mais do que me dizes...
Como vai ser no final do túnel?
Anjo...
Momento de liberdade
Onde a alma é deixada sobre um véu
E um prisioneiro olha de novo a estrada
Eu sou eu!
Consegues Perceber?
Emoções e desejos
Vê-me e sente-me!
Com os teus olhos
Sou um guia neste circo
Posso fazer com que a Lua não gire mais em torno da terra
No meu mais intimo desejo
Posso fazer com que o ar que respiro se torne o espaço que tu ocupas
Sou Eu!
E eu posso!
O medo...
Um ataque!
Uma criança que fica sozinha na noite
Animais mortos...
Sombras
Uma faca afiada que afirma entrar pelo teu corpo
Guerreiro
Atolhado na fúria das batalhas
Deus ou diabo ensanguentado
Fé removida pelo desejo
Alterado pelo suor da madrugada
Tu sabes do que falo
O ódio que me refiro
Animal ou besta
Sabes que eu te conheço
Olhei-te nos olhos...
E confrontei-te com a verdade
Alcançaste o teu desejo
E tens medo de te mostrar
Mas não bebes para escrever poesia
Nem te drogas para te catapultares para outra dimensão
Tens medo...
Tens receio
Do que possas escrever...
E quando olhas a tua vida
Vês um circo de números incompletos
Jornadas poéticas
Escritas nas madrugadas em que te sentias sozinho
De que tens medo?
De alguém para te ver?
Para te olhar no teu intimo...
A tua espada anseia um ultimo golpe!
A lâmina está drogada...
Pelo teu murmúrio
Saudade de vida eterna
E tu sabes... Sabes mais do que me dizes...
Como vai ser no final do túnel?
Anjo...
Momento de liberdade
Onde a alma é deixada sobre um véu
E um prisioneiro olha de novo a estrada
Eu sou eu!
Consegues Perceber?
Emoções e desejos
Vê-me e sente-me!
Com os teus olhos
Sou um guia neste circo
Posso fazer com que a Lua não gire mais em torno da terra
No meu mais intimo desejo
Posso fazer com que o ar que respiro se torne o espaço que tu ocupas
Sou Eu!
E eu posso!
O medo...
Um ataque!
Uma criança que fica sozinha na noite
Animais mortos...
Sombras
Uma faca afiada que afirma entrar pelo teu corpo
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
Eles cavalgam á noite
Dois amantes numa qualquer madrugada
Corpos suados por entre lençois de seda
Azul...
Sem tempo correm pela noite
Onde se fundem com a vida
Ofegantes...
Sorrisos que alcançam o extase do prazer
Num delirio quase divino
Amantes na madrugada de verão
Calor
Emocionados pelo descontrolo
Atirados ao prazer que os consome a cada momento
Cada segundo
Que empata o tempo num frenético jogo
Sem um fim aparente
Que se aproxima...
Que se mata e se consome ao mesmo tempo
E que renasce após vários limites, ilimitados pelo prazer
Um espelho grava a recordação da noite durante o dia...
Marcas de suor na cama
No chão,
Na mesa...
Em redor o cheiro a sexo mistura-se com algum perfume
Memórias de um odor que te perturba e te faz querer mais e mais...
Dois amantes numa qualquer madrugada
Corpos suados por entre lençois de seda
Azul...
Sem tempo correm pela noite
Onde se fundem com a vida
Ofegantes...
Sorrisos que alcançam o extase do prazer
Num delirio quase divino
Amantes na madrugada de verão
Calor
Emocionados pelo descontrolo
Atirados ao prazer que os consome a cada momento
Cada segundo
Que empata o tempo num frenético jogo
Sem um fim aparente
Que se aproxima...
Que se mata e se consome ao mesmo tempo
E que renasce após vários limites, ilimitados pelo prazer
Um espelho grava a recordação da noite durante o dia...
Marcas de suor na cama
No chão,
Na mesa...
Em redor o cheiro a sexo mistura-se com algum perfume
Memórias de um odor que te perturba e te faz querer mais e mais...
sábado, fevereiro 19, 2005
Embarco em direcção a norte
A caminho da glória mistica
Dos sonhos...
E dos pesadelos...
Remando até ao infinito
A caminho da vida
Sem esperança de ser feliz
Longe da morte
Embarco numa noite fria
Onde o vento deixou de soprar
Num dia calmo
Onde a Lua ficou a caminho do horizonte
E o rio secou junto á terra
Embarco e vivo
Vivo no limite
Na imensidão de um espaço apertado
Vivo na penumbra da noite
Alcanço o infinito numa velocidade estonteante
Percorro montanhas
Mas...
Ávidamente procuro a minha essência
Sem medo volto as costas
E não sei como encontrar o que procuro
Sento-me sobre uma rocha
E aguardo a morte num silêncio calmo
A caminho da glória mistica
Dos sonhos...
E dos pesadelos...
Remando até ao infinito
A caminho da vida
Sem esperança de ser feliz
Longe da morte
Embarco numa noite fria
Onde o vento deixou de soprar
Num dia calmo
Onde a Lua ficou a caminho do horizonte
E o rio secou junto á terra
Embarco e vivo
Vivo no limite
Na imensidão de um espaço apertado
Vivo na penumbra da noite
Alcanço o infinito numa velocidade estonteante
Percorro montanhas
Mas...
Ávidamente procuro a minha essência
Sem medo volto as costas
E não sei como encontrar o que procuro
Sento-me sobre uma rocha
E aguardo a morte num silêncio calmo
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
Desculpa...
Não te saber amar
Não saber confiar mais
Ao meu jeito amo-te
Mas falta-me algum brilho
Que deixou de existir
Quero-te num lugar onde as estrelas não tocam
E o ar não se corrompe com a madrugada
E parece que não voltarei a acordar bem de novo
Parece que entrei num buraco negro
Um vácuo
Onde não sinto respirar
Nem mesmo sei se quero
respirar...
Por vezes engano-me e acordo
Sem razão
Desculpa por querer-te e não saber o quanto
Não te saber amar
Não saber confiar mais
Ao meu jeito amo-te
Mas falta-me algum brilho
Que deixou de existir
Quero-te num lugar onde as estrelas não tocam
E o ar não se corrompe com a madrugada
E parece que não voltarei a acordar bem de novo
Parece que entrei num buraco negro
Um vácuo
Onde não sinto respirar
Nem mesmo sei se quero
respirar...
Por vezes engano-me e acordo
Sem razão
Desculpa por querer-te e não saber o quanto
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Hei-de chamar-te aqui
Para me veres
Um dia quando a lembrança do que fui
Se tenha desvanecido
Verás que Deus me abandonou
No final de uma história fria
Uma descoberta amarga
Ou uma Vitória sangrenta
Um campo de batalha aberto
Aos desconhecidos da vida
Um dia chamar-te-ei aqui
Para sentires o que senti
Ouso pensar o que tive
Pois já não sei o que sou
Tudo é possivel
Mas eu sou impossivel
Como as lágrimas que caem sem tempo
No meio da triste e longa madrugada
Já fria
Ferida! Sim!
Pelas trevas da noite
Para me veres
Um dia quando a lembrança do que fui
Se tenha desvanecido
Verás que Deus me abandonou
No final de uma história fria
Uma descoberta amarga
Ou uma Vitória sangrenta
Um campo de batalha aberto
Aos desconhecidos da vida
Um dia chamar-te-ei aqui
Para sentires o que senti
Ouso pensar o que tive
Pois já não sei o que sou
Tudo é possivel
Mas eu sou impossivel
Como as lágrimas que caem sem tempo
No meio da triste e longa madrugada
Já fria
Ferida! Sim!
Pelas trevas da noite
Não há mais vida em mim
Sem a loucura do amor
Encontro-me sem sentido
Perdido da multidão que me acompanhou
Quero estar num motel
Com um copo de vinho na mão
Recostado num sofá
Olhando para a minha vida
vejo retratos de veludo
Mulheres que dançaram comigo
Sem sentido
Perdi-me no tempo
Nada mais há em mim
Do que uma vontade louca de amar
A minha mente está acima de qualquer estudo mortal
Sorridente alcanço o infinito com um sorriso
Sem a loucura do amor
Encontro-me sem sentido
Perdido da multidão que me acompanhou
Quero estar num motel
Com um copo de vinho na mão
Recostado num sofá
Olhando para a minha vida
vejo retratos de veludo
Mulheres que dançaram comigo
Sem sentido
Perdi-me no tempo
Nada mais há em mim
Do que uma vontade louca de amar
A minha mente está acima de qualquer estudo mortal
Sorridente alcanço o infinito com um sorriso
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Do amor nada mais resta do que uma lágrima
E quanto mais nada existe
Mais pareço deixar de existir
Sinto que me desfaço
Por entre a madrugada
Que me leva ao desespero sem abrir a boca
Sonâmbulo percorro a noite
Esqueço o tempo e vagueio pelas trevas
Não…
Tu não és a cidade
És a minha viva memória do que fui
Não! Tu não mereces estar aqui!
E como um adolescente
Digo-te adeus…
Procuro a tua escultura de Setembro
Procuro o sossego no teu aroma
Agarro-me a uma estrela azul
E amo a madrugada
Do amor nada mais resta do que uma lágrima
Que cai no fundo de uma alma
Que me sustém na vida
Que parte sem mim no vazio
E se perdeu por entre o mundo
Percorreu o oceano num frenético sonho
Encontrando uma pérola na estranha caminhada
Oh! Como sou triste
Como me sinto só
Ausente passo por entre a vida
E as rugas…
As rugas vão aparecendo
Não são mais ausentes de mim
Do amor nada mais resta do que uma lágrima
Que cai…
E quanto mais nada existe
Mais pareço deixar de existir
Sinto que me desfaço
Por entre a madrugada
Que me leva ao desespero sem abrir a boca
Sonâmbulo percorro a noite
Esqueço o tempo e vagueio pelas trevas
Não…
Tu não és a cidade
És a minha viva memória do que fui
Não! Tu não mereces estar aqui!
E como um adolescente
Digo-te adeus…
Procuro a tua escultura de Setembro
Procuro o sossego no teu aroma
Agarro-me a uma estrela azul
E amo a madrugada
Do amor nada mais resta do que uma lágrima
Que cai no fundo de uma alma
Que me sustém na vida
Que parte sem mim no vazio
E se perdeu por entre o mundo
Percorreu o oceano num frenético sonho
Encontrando uma pérola na estranha caminhada
Oh! Como sou triste
Como me sinto só
Ausente passo por entre a vida
E as rugas…
As rugas vão aparecendo
Não são mais ausentes de mim
Do amor nada mais resta do que uma lágrima
Que cai…
quinta-feira, fevereiro 03, 2005
O mundo ergue-se de novo
Após alguns estilhaços
E eis que acordam pessoas na madrugada
E vêem viver um novo dia
Aqui estamos na ausência da noite
Um despertar demasiado calmo
Para ser verdadeiro
E o que é ser verdadeiro?
Alguma vez pensaste nisso?
O que é estar vivo?
Alguém já te explicou
Provavelmente através de alguma ciência
Inventada pelo nosso mundo
Estou a falar de viver
Experiência...
Abraçar a onda
Por falar em onda...
Alguma vez tentaste abraçar a água...
Sentir o seu verdadeiro poder
Uma simetria que ultrapassa qualquer coisa que tenhas pensado
Estares no meio do Oceano
E teres a consciencia
Que o mar te rodeia por completo e te abraça
Experimenta...
È demasiado bom para ser real
E num determinado momento queres ser sequestrado
Por alguém que passe
Quem sabe uma sereia...
Ajudem-me! Ajudem-me!
Oh... Estou a morrer...
Salva-me deste cruel mundo
E assistes a um verdadeiro
Momento de liberdade interior
Que te separa do mundo
Como o conheces
Que te transporta para outra dimensão
Onde sentes que fazes parte de um todo
Mas voltas a cair de pára-quedas no infinito
Após alguns estilhaços
E eis que acordam pessoas na madrugada
E vêem viver um novo dia
Aqui estamos na ausência da noite
Um despertar demasiado calmo
Para ser verdadeiro
E o que é ser verdadeiro?
Alguma vez pensaste nisso?
O que é estar vivo?
Alguém já te explicou
Provavelmente através de alguma ciência
Inventada pelo nosso mundo
Estou a falar de viver
Experiência...
Abraçar a onda
Por falar em onda...
Alguma vez tentaste abraçar a água...
Sentir o seu verdadeiro poder
Uma simetria que ultrapassa qualquer coisa que tenhas pensado
Estares no meio do Oceano
E teres a consciencia
Que o mar te rodeia por completo e te abraça
Experimenta...
È demasiado bom para ser real
E num determinado momento queres ser sequestrado
Por alguém que passe
Quem sabe uma sereia...
Ajudem-me! Ajudem-me!
Oh... Estou a morrer...
Salva-me deste cruel mundo
E assistes a um verdadeiro
Momento de liberdade interior
Que te separa do mundo
Como o conheces
Que te transporta para outra dimensão
Onde sentes que fazes parte de um todo
Mas voltas a cair de pára-quedas no infinito
Gosto de olhar para ti
Sem que te apercebas
Apetecia-me falar...
O que nem sei se quero compreender
Agrada-me o teu sorriso
Não te conheço
Mas não me conheces também
Vivo no silêncio por alguns anos
E estou a desmascarar a minha vida
A cada minuto a cada segundo da minha curta vida
Sinto que vou desaparecer sem olhar-te nos olhos e sentir-te
Oh!! Como queria beijar o teu sorriso
Percorrer de forma ávida o teu corpo com os meus olhos
Nem sonhas quem sou
Mas eu também não sei para quem escrevo
Podia amar-te, podia dizer-te adeus
Podia contar-te um segredo
Ao ouvido
E aproximar-me de ti...
Beijar-te o pescoço
E sentir a tua respiração ofegante...
Sentir-te apenas...
Podia ser alguém que te dá prazer quando queres…
Podias ser a minha musa…
O meu mais completo delírio divino
Podias ser a madrugada que me acompanha
E quero-te
E preciso de amar-te
Sem que te apercebas
Apetecia-me falar...
O que nem sei se quero compreender
Agrada-me o teu sorriso
Não te conheço
Mas não me conheces também
Vivo no silêncio por alguns anos
E estou a desmascarar a minha vida
A cada minuto a cada segundo da minha curta vida
Sinto que vou desaparecer sem olhar-te nos olhos e sentir-te
Oh!! Como queria beijar o teu sorriso
Percorrer de forma ávida o teu corpo com os meus olhos
Nem sonhas quem sou
Mas eu também não sei para quem escrevo
Podia amar-te, podia dizer-te adeus
Podia contar-te um segredo
Ao ouvido
E aproximar-me de ti...
Beijar-te o pescoço
E sentir a tua respiração ofegante...
Sentir-te apenas...
Podia ser alguém que te dá prazer quando queres…
Podias ser a minha musa…
O meu mais completo delírio divino
Podias ser a madrugada que me acompanha
E quero-te
E preciso de amar-te
O mundo
Monte de inúmeros desejos
Inatingíveis
Segredos que ultrapassam a vontade
De viver
Vozes que se encontram
E se relembram
Olhos que se cruzam
Caras que se tocam num simples toque de uma expressão
Conselhos de um velho
Sérios desencontros
Paraísos desconhecidos
Guardados por um dragão
Montanhas coloridas
E estrelas cintilantes
Crueldade que se manifesta em delírio
Um homem vive toda a vida num pequeno canto
Forma o seu quintal e colhe flores
Ama a vida e o mundo
Imundo! Ele é Imundo!
O Mundo…
Percorri o desfiladeiro da morte
Não voltarei a ser o que fui
Não voltarei a sentir o que senti
Apenas sou mais um que corre em desespero
Contra a morte…
Saboreando a vida com um sorriso
Ora triste…
Ora contente…
Serei apenas mais um que corre depressa
Mundo cruel....
Monte de inúmeros desejos
Inatingíveis
Segredos que ultrapassam a vontade
De viver
Vozes que se encontram
E se relembram
Olhos que se cruzam
Caras que se tocam num simples toque de uma expressão
Conselhos de um velho
Sérios desencontros
Paraísos desconhecidos
Guardados por um dragão
Montanhas coloridas
E estrelas cintilantes
Crueldade que se manifesta em delírio
Um homem vive toda a vida num pequeno canto
Forma o seu quintal e colhe flores
Ama a vida e o mundo
Imundo! Ele é Imundo!
O Mundo…
Percorri o desfiladeiro da morte
Não voltarei a ser o que fui
Não voltarei a sentir o que senti
Apenas sou mais um que corre em desespero
Contra a morte…
Saboreando a vida com um sorriso
Ora triste…
Ora contente…
Serei apenas mais um que corre depressa
Mundo cruel....
sexta-feira, janeiro 28, 2005
Ontem deitei-me junto á janela
Ouvindo o sussurro de uma estrela
Senti que não estava só
Pois a estrela acompanhava o meu respirar
Ontem deitei-me no leito de uma cama
Adormeci na madrugada fria
Inquieto pela incerteza de um doce beijo
Contei aos meus sonhos o que sentia
Ontem deitei-me e vi a lua sorrir
Vi o mar chorar
E ouvi uma estrela sussurrar
Mas o que é que eu sinto que não sei explicar
Que força, que sombra, que vida que não sei viver
Que estremece com a minha sombra e me faz voar
Me devora e me consome até ao ultimo folego
Que vida,
Que amor,
Que alma,
Que sonho que vivo e teimo viver
Que Deus teimo procurar...
Sem encontrar...
Sem viver
Morrendo cada dia
De esperança por saber que não sei viver
Que madrugada aflita no meio da noite
que Infeliz me torna ao sentimento vivido
Que sonho bom ou mau onde sou Vilão
Que sombra que me consome o real e me torna irreal
Que morte,
Que vida,
Que vivo em desespero,
Que angustia de viver e ser feliz
Que remorso de não ser feliz
Que desperdício de vida que tento consumir
O meu coração…
Assemelha-se a uma guitarra que toca
Que liberta um acorde num ultimo refrão
Querendo pôr um fim a uma musica sem sentido
Um acorde que me liberta e me faz vibrar
Me faz chorar, me faz sentir, me faz sonhar
Que vida sem alma, sem querer
Que liberta o meu poder
Que energia pura ou viva
Que se entrega nesta noite
A um romântico apaixonado
Pela vida
Que morte consumida
Pela duvida
(Risos)
Porque ris? Porque sonhas?
Porque és?
Porque gosto! Porque Amo!
Porque Sou!
Ouvindo o sussurro de uma estrela
Senti que não estava só
Pois a estrela acompanhava o meu respirar
Ontem deitei-me no leito de uma cama
Adormeci na madrugada fria
Inquieto pela incerteza de um doce beijo
Contei aos meus sonhos o que sentia
Ontem deitei-me e vi a lua sorrir
Vi o mar chorar
E ouvi uma estrela sussurrar
Mas o que é que eu sinto que não sei explicar
Que força, que sombra, que vida que não sei viver
Que estremece com a minha sombra e me faz voar
Me devora e me consome até ao ultimo folego
Que vida,
Que amor,
Que alma,
Que sonho que vivo e teimo viver
Que Deus teimo procurar...
Sem encontrar...
Sem viver
Morrendo cada dia
De esperança por saber que não sei viver
Que madrugada aflita no meio da noite
que Infeliz me torna ao sentimento vivido
Que sonho bom ou mau onde sou Vilão
Que sombra que me consome o real e me torna irreal
Que morte,
Que vida,
Que vivo em desespero,
Que angustia de viver e ser feliz
Que remorso de não ser feliz
Que desperdício de vida que tento consumir
O meu coração…
Assemelha-se a uma guitarra que toca
Que liberta um acorde num ultimo refrão
Querendo pôr um fim a uma musica sem sentido
Um acorde que me liberta e me faz vibrar
Me faz chorar, me faz sentir, me faz sonhar
Que vida sem alma, sem querer
Que liberta o meu poder
Que energia pura ou viva
Que se entrega nesta noite
A um romântico apaixonado
Pela vida
Que morte consumida
Pela duvida
(Risos)
Porque ris? Porque sonhas?
Porque és?
Porque gosto! Porque Amo!
Porque Sou!
terça-feira, janeiro 25, 2005
Sinto-me pairar no ar
como se voasse por entre os tempos
Procurei
E não sabia o que iria encontrar
O que iria sentir
Não sabia o que iria pensar
Pois bem...
Amei o momento
Foi demasiado bom
Direi mesmo extasiante
Passados tantos anos
Sentir ainda algo mais forte
Pareceu-me que tudo finalmente tinha um propósito
como se voasse por entre os tempos
Procurei
E não sabia o que iria encontrar
O que iria sentir
Não sabia o que iria pensar
Pois bem...
Amei o momento
Foi demasiado bom
Direi mesmo extasiante
Passados tantos anos
Sentir ainda algo mais forte
Pareceu-me que tudo finalmente tinha um propósito
segunda-feira, janeiro 24, 2005
E quem és tu?
Que perguntas por mim?
pelas ruas...
Fazes chegar a tua voz bem perto
Sussurras ao meu ouvido durante a noite
Anjo mau
E Quem és tu?
Que te escondes por entre a multidão
Por entre as casas
Fazes com que me encontrem no meio da chuva
Tocas-me no ombro
Mas não deixas ver o teu rosto
Quem és tu?
Sombra ou raio de luz
Que me assombra
Que me atormenta
Que dá vida a esta alma
Que me despoja de remorsos
E me torna real por momentos
Quem és tu...
Princesa morta ou Rainha viva
Que entras no meu templo e me fazes curvar perante o teu rosto
E me convertes num pássaro livre
Que perguntas por mim?
pelas ruas...
Fazes chegar a tua voz bem perto
Sussurras ao meu ouvido durante a noite
Anjo mau
E Quem és tu?
Que te escondes por entre a multidão
Por entre as casas
Fazes com que me encontrem no meio da chuva
Tocas-me no ombro
Mas não deixas ver o teu rosto
Quem és tu?
Sombra ou raio de luz
Que me assombra
Que me atormenta
Que dá vida a esta alma
Que me despoja de remorsos
E me torna real por momentos
Quem és tu...
Princesa morta ou Rainha viva
Que entras no meu templo e me fazes curvar perante o teu rosto
E me convertes num pássaro livre
domingo, janeiro 16, 2005
Deito-me e acordo
Acordo na madrugada
Á espera de álguém que note um qualquer sorriso meu
Acordo porque não sei já dormir
Acordo porque não consigo sonhar
Acordo e escrevo algo que não tem fim
Acordo e dou comigo a escrever palavras que não sei falar
Sentindo-me sem rumo
Sentindo que a vida passou a correr
E adormeço...
Adormeço pensando que tenho medo
Medo de morrer
Medo de ter desperdiçado a minha vida
Medo de não conseguir amar
Preciso de alguém que me faça sentir vivo
Preciso de alguém que preencha as minhas linhas
Preciso de alguém que apague as minhas madrugadas
Encontra-me
Sei que estás ai
Sei que queres falar mas tens medo
Pois falaremos por códigos
Fala-me...
Escreve-me...
Ama-me no teu intimo
Usa magia para falar comigo
Eu consigo ouvir-te...
Usa a tua alma
Fala-me...
Acordo na madrugada
Á espera de álguém que note um qualquer sorriso meu
Acordo porque não sei já dormir
Acordo porque não consigo sonhar
Acordo e escrevo algo que não tem fim
Acordo e dou comigo a escrever palavras que não sei falar
Sentindo-me sem rumo
Sentindo que a vida passou a correr
E adormeço...
Adormeço pensando que tenho medo
Medo de morrer
Medo de ter desperdiçado a minha vida
Medo de não conseguir amar
Preciso de alguém que me faça sentir vivo
Preciso de alguém que preencha as minhas linhas
Preciso de alguém que apague as minhas madrugadas
Encontra-me
Sei que estás ai
Sei que queres falar mas tens medo
Pois falaremos por códigos
Fala-me...
Escreve-me...
Ama-me no teu intimo
Usa magia para falar comigo
Eu consigo ouvir-te...
Usa a tua alma
Fala-me...
Alguém pegou nas minhas palavras
Numa sexta á noite
E mostrou ao mundo
Alguém deu valor aos meus sentimentos
E compreendeu o que senti
Alguém fez um monólogo sobre o amor
Obrigado...
Do fundo deste coração Obrigado
Não consegui conter a lágrima que escorria
Enquanto tu falavas...
Confundindo-se com os sorrisos seguintes
Das tuas proprias palavras
Obrigado
Foste simplesmente alguém
Que me deu um presente para toda a vida
Conheço-te tão pouco e tu de mim sabes tanto
Obrigado
Não sei se deva escrever o teu nome
Optei por não o escrever
Mas sabes quem és...
Vou lembrar-me de ti para sempre
Numa sexta á noite
E mostrou ao mundo
Alguém deu valor aos meus sentimentos
E compreendeu o que senti
Alguém fez um monólogo sobre o amor
Obrigado...
Do fundo deste coração Obrigado
Não consegui conter a lágrima que escorria
Enquanto tu falavas...
Confundindo-se com os sorrisos seguintes
Das tuas proprias palavras
Obrigado
Foste simplesmente alguém
Que me deu um presente para toda a vida
Conheço-te tão pouco e tu de mim sabes tanto
Obrigado
Não sei se deva escrever o teu nome
Optei por não o escrever
Mas sabes quem és...
Vou lembrar-me de ti para sempre
quinta-feira, janeiro 06, 2005
Que vida é esta
que vivo em desespero
Os nossos caminhos nao se econtraram
Mas a minha alma continua a procurar a tua
A tua alma sente a minha
O meu coraçao bate com o teu
E eu nao sou teu
E tu nao és minha
E estas no meu coracao
ès o meu querer
ès o meu pensamento
Ansiamos por momentos de prazer
E os nossos corpos tocam-se em sonhos
Estás nos meus sonhos
Nos meus mais intimos desejos
Mas longe do meu viver
Que vida dividida
Que dor sem vida
que dor de amor por ti...
que vivo em desespero
Os nossos caminhos nao se econtraram
Mas a minha alma continua a procurar a tua
A tua alma sente a minha
O meu coraçao bate com o teu
E eu nao sou teu
E tu nao és minha
E estas no meu coracao
ès o meu querer
ès o meu pensamento
Ansiamos por momentos de prazer
E os nossos corpos tocam-se em sonhos
Estás nos meus sonhos
Nos meus mais intimos desejos
Mas longe do meu viver
Que vida dividida
Que dor sem vida
que dor de amor por ti...
terça-feira, janeiro 04, 2005
O meu coração
É um caminhante sem mapa
Que perde o seu destino através de uma longa caminhada
As ruas são estreitas
Visto do céu
Ele caminha por um labirinto
De vez em quando encontrando pedaços de doce amor
O meu coração aliou-se à vida
Para seguir um caminho certo
Mas juntos continuam a bater nas portas erradas
Andam os dois pelas ruas
Pelos cafés
Bebendo luxúria
Procurando carinho
Encontrando desgraça, dor
Espalhando vitória, morte, amor…
Andam estes dois levando-me para um lugar
Onde ninguém me encontra
E lá falamos durante horas
Madrugadas, dias…
Amamos as mais bonitas mulheres…
A vida com a experiência…
O coração a vontade de amar
De sentir… de percorrer novos caminhos…
E eu sigo os dois como um menino
Que se agarra com toda a sua força
À mão da mãe…
E seguimos os três por um labirinto
Perdendo-nos por entre a multidão
Pelas ruas
Choramos juntos
E as nossas lágrimas
Formam por momentos pequenos rios…
Sorrimos de alegria
Sofremos de amor
O coração precisa de mim para viver
E eu amo a vida
Sigo-a por onde ela me levar
E no final teremos um mapa completo
De todas as casas
Os nomes das pessoas
As arvores…
As ruas…
Por onde passámos
No final ficaram as palavras
As histórias
Os contos…
É um caminhante sem mapa
Que perde o seu destino através de uma longa caminhada
As ruas são estreitas
Visto do céu
Ele caminha por um labirinto
De vez em quando encontrando pedaços de doce amor
O meu coração aliou-se à vida
Para seguir um caminho certo
Mas juntos continuam a bater nas portas erradas
Andam os dois pelas ruas
Pelos cafés
Bebendo luxúria
Procurando carinho
Encontrando desgraça, dor
Espalhando vitória, morte, amor…
Andam estes dois levando-me para um lugar
Onde ninguém me encontra
E lá falamos durante horas
Madrugadas, dias…
Amamos as mais bonitas mulheres…
A vida com a experiência…
O coração a vontade de amar
De sentir… de percorrer novos caminhos…
E eu sigo os dois como um menino
Que se agarra com toda a sua força
À mão da mãe…
E seguimos os três por um labirinto
Perdendo-nos por entre a multidão
Pelas ruas
Choramos juntos
E as nossas lágrimas
Formam por momentos pequenos rios…
Sorrimos de alegria
Sofremos de amor
O coração precisa de mim para viver
E eu amo a vida
Sigo-a por onde ela me levar
E no final teremos um mapa completo
De todas as casas
Os nomes das pessoas
As arvores…
As ruas…
Por onde passámos
No final ficaram as palavras
As histórias
Os contos…
Dou comigo a escrever
Não sei que nome devo dar a estas palavras
Uma escrita que vem de dentro
Profunda demais para não ser real
Adoro a vida
Amo viver
E não acredito que nenhum animal
Não sinta o mesmo que eu
O mesmo prazer em viver mais um segundo
Viver…
Sentir o real
E os Animais lutam no esforço pela vida…
E nós construímos monumentos
Para as matanças
De animais…
Muitas em Louvor a Deus
Com toda a certeza: O vosso Deus não é o meu...
Se ao menos lhes déssemos a oportunidade de viverem
Assim como lhes damos um ultimo golpe…
E um ultimo suspiro
E ainda assim perguntam-me porque deixei de comer carne
O verdadeiro “animal” é o Homem
Irracional por acaso
E o único que consigo ser capaz de desprezar totalmente…
Razões pelas quais me envergonha a humanidade…
Não sei que nome devo dar a estas palavras
Uma escrita que vem de dentro
Profunda demais para não ser real
Adoro a vida
Amo viver
E não acredito que nenhum animal
Não sinta o mesmo que eu
O mesmo prazer em viver mais um segundo
Viver…
Sentir o real
E os Animais lutam no esforço pela vida…
E nós construímos monumentos
Para as matanças
De animais…
Muitas em Louvor a Deus
Com toda a certeza: O vosso Deus não é o meu...
Se ao menos lhes déssemos a oportunidade de viverem
Assim como lhes damos um ultimo golpe…
E um ultimo suspiro
E ainda assim perguntam-me porque deixei de comer carne
O verdadeiro “animal” é o Homem
Irracional por acaso
E o único que consigo ser capaz de desprezar totalmente…
Razões pelas quais me envergonha a humanidade…
sexta-feira, dezembro 31, 2004
A poesia não diz nada, apenas aquilo que eu, tu ou outros queremos pensar ou sentir, Para mim é um novo mundo, cada vez que pego num livro e leio os escritos de um poeta, posso gostar ou não, sentir-me na pele desse poeta ou não, é como tudo se a poesia pretende alcançar qualquer coisa, não será mais do que o nosso próprio conhecimento interior para assim nos libertarmos dos nossos próprios limites. No final ficam sempre as palavras e uma mão cheia de ilusões... ou então não...
segunda-feira, dezembro 27, 2004
Amiga…
Quando nos conhecemos
Fomos dois adolescentes
Tentando crescer no meio da multidão
E quando te vi pela primeira vez
Eras a mais bonita
Não conhecendo a tua alma
Fiquei surpreso com o dom da tua amizade
Que por momentos pensei que fosse escapar
Por entre a minha vida como tantas outras
Mas com o tempo vieste a contornar-me
E eu contornei-te
E sei que posso contar contigo
Mesmo quando não nos falamos durante meses
Sei que estás lá para me ouvir
E sabes também que estou sempre lá para te ouvir
Amiga…
Como alguém que nunca tive
Uma relação estranha
No fundo sei sempre que existes
A mais bonita de entre a multidão
A mais duradoura
Poucos foram os momentos que partilhámos
Mas muito ficou de ti no meu coração
Que te recordará para sempre
Amiga… Que tudo em ti seja um raio de luz
E continuo a adorar-te porque tu conheces-me
Desde que eu ainda era um pequeno amante da vida
Contudo serás sempre um tesouro de amizade
Que guardo com carinho
Quando nos conhecemos
Fomos dois adolescentes
Tentando crescer no meio da multidão
E quando te vi pela primeira vez
Eras a mais bonita
Não conhecendo a tua alma
Fiquei surpreso com o dom da tua amizade
Que por momentos pensei que fosse escapar
Por entre a minha vida como tantas outras
Mas com o tempo vieste a contornar-me
E eu contornei-te
E sei que posso contar contigo
Mesmo quando não nos falamos durante meses
Sei que estás lá para me ouvir
E sabes também que estou sempre lá para te ouvir
Amiga…
Como alguém que nunca tive
Uma relação estranha
No fundo sei sempre que existes
A mais bonita de entre a multidão
A mais duradoura
Poucos foram os momentos que partilhámos
Mas muito ficou de ti no meu coração
Que te recordará para sempre
Amiga… Que tudo em ti seja um raio de luz
E continuo a adorar-te porque tu conheces-me
Desde que eu ainda era um pequeno amante da vida
Contudo serás sempre um tesouro de amizade
Que guardo com carinho
sexta-feira, dezembro 17, 2004
E alguém me pergunta porque escrevo
Escrevo para me conhecer
Para falar de mim a mim mesmo
Para gritar para alguém que não me vê
Mas que eu sei que me ouve
Liberto-me deste mundo cruel
Em que ninguém vê o que sou
O que és…
O que somos…
Escrevo para me relembrar que vivi
Para relembrar que sinto
Ou senti
Que vivi
Escrevo porque aqui posso morrer
E voltar a renascer sempre que me apetecer
Porque aqui tudo é real e irreal
E conduz-me ao infinito
Da minha vida
Escrevo porque amo a poesia
E a Poesia são os sentimentos que vivem mais perto do coração
Escrevo para me conhecer
Para falar de mim a mim mesmo
Para gritar para alguém que não me vê
Mas que eu sei que me ouve
Liberto-me deste mundo cruel
Em que ninguém vê o que sou
O que és…
O que somos…
Escrevo para me relembrar que vivi
Para relembrar que sinto
Ou senti
Que vivi
Escrevo porque aqui posso morrer
E voltar a renascer sempre que me apetecer
Porque aqui tudo é real e irreal
E conduz-me ao infinito
Da minha vida
Escrevo porque amo a poesia
E a Poesia são os sentimentos que vivem mais perto do coração
terça-feira, dezembro 14, 2004
È possível ver o que sinto
Apenas quando olhas nos meus olhos
È possível sentir que me queres só para ti
Apenas sentindo o teu silêncio
E o meu olhar timidamente rouba
Um doce do teu coração
Faz-me sentir novo outra vez
E ver-te sorrir faz-me feliz
Ainda que escondido de todos
È possível que vejas o que sinto
Por entre alguma cortina
Que desconheço
Mas tento desvendar
E desconheço como tudo se tornou real para mim
Este pequeno amor que não sei explicar
E queria ser um caminhante na tua estrada
Para saber o que pensas
Talvez seja eu que seja adepto do amor
Ou talvez sejas tu quem procurei
Durante tanto tempo
Para me fazer feliz
E tu será que procuraste alguém como eu?
Ou serei eu que sou um louco pelo amor…
Mas no vazio da minha alma encontrei o teu doce sorriso
Apenas quando olhas nos meus olhos
È possível sentir que me queres só para ti
Apenas sentindo o teu silêncio
E o meu olhar timidamente rouba
Um doce do teu coração
Faz-me sentir novo outra vez
E ver-te sorrir faz-me feliz
Ainda que escondido de todos
È possível que vejas o que sinto
Por entre alguma cortina
Que desconheço
Mas tento desvendar
E desconheço como tudo se tornou real para mim
Este pequeno amor que não sei explicar
E queria ser um caminhante na tua estrada
Para saber o que pensas
Talvez seja eu que seja adepto do amor
Ou talvez sejas tu quem procurei
Durante tanto tempo
Para me fazer feliz
E tu será que procuraste alguém como eu?
Ou serei eu que sou um louco pelo amor…
Mas no vazio da minha alma encontrei o teu doce sorriso
sexta-feira, agosto 27, 2004
Acontece que hoje me cansei
De ser eu mesmo
Cansei-me da minha cara…
Dos meus dedos…
Dos meus pêlos
Dos meus olhos…
Acontece que hoje me cansei
De pensar que sou eu
De viver para mim
De ser eu…
Cansei-me dos meus desejos
Dos meus sentimentos
Acontece que hoje me cansei
De viver…
Cansei-me de mostrar quem sou
De demonstrar o que sou
De saber quem serei
Acontece que hoje é um mau dia para falar
Para recordar
Para viver
Para amar…
Aconteceu hoje que me cansei de te amar
De me fazer lembrar que existes
Que me perturbas
Acontece que te deixei de amar
Te deixei de sorrir
Te deixei de fitar
Te deixei…
Te deixei…
Te deixei…
De ser eu mesmo
Cansei-me da minha cara…
Dos meus dedos…
Dos meus pêlos
Dos meus olhos…
Acontece que hoje me cansei
De pensar que sou eu
De viver para mim
De ser eu…
Cansei-me dos meus desejos
Dos meus sentimentos
Acontece que hoje me cansei
De viver…
Cansei-me de mostrar quem sou
De demonstrar o que sou
De saber quem serei
Acontece que hoje é um mau dia para falar
Para recordar
Para viver
Para amar…
Aconteceu hoje que me cansei de te amar
De me fazer lembrar que existes
Que me perturbas
Acontece que te deixei de amar
Te deixei de sorrir
Te deixei de fitar
Te deixei…
Te deixei…
Te deixei…
segunda-feira, agosto 23, 2004
Um dia fostes
E eu sei que fostes
A minha alma gémea
Mas como todas as coisas…
Perdeste o teu encanto
E saíste do meu caminho
Atingiste-me com uma faca bem afiada
No meio de um coração já ferido
E Perdeste-te por entre a multidão
E como tudo se compõe com o tempo
Sobrevivi
Talvez tu não sejas a minha musa…
Pois por detrás da ilusão de maya
Existem vários véus…
Existem várias faces,
Eu apenas escolhi a cor errada…
E caminho lado a lado com a vida
Porque ela é pura
Os meus passos por entre os dela
Ultrapassando o tempo
Alcançam o infinito
Ultrapassando a vontade
Sigo um caminho desalinhado
Marchando de frente para a multidão de braço dado com a vida…
E eu sei que fostes
A minha alma gémea
Mas como todas as coisas…
Perdeste o teu encanto
E saíste do meu caminho
Atingiste-me com uma faca bem afiada
No meio de um coração já ferido
E Perdeste-te por entre a multidão
E como tudo se compõe com o tempo
Sobrevivi
Talvez tu não sejas a minha musa…
Pois por detrás da ilusão de maya
Existem vários véus…
Existem várias faces,
Eu apenas escolhi a cor errada…
E caminho lado a lado com a vida
Porque ela é pura
Os meus passos por entre os dela
Ultrapassando o tempo
Alcançam o infinito
Ultrapassando a vontade
Sigo um caminho desalinhado
Marchando de frente para a multidão de braço dado com a vida…
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